A verdadeira REVOLUÇÃO no diagnóstico de demências: Passo a passo estruturado para interpretar: PET amiloide; PET-FDG; Biomarcadores no líquor; Biomarcadores plasmáticos; e aplicar os critérios diagnósticos mais recentes: NIA-AA, AT(N).
A verdadeira REVOLUÇÃO no diagnóstico de demências: Passo a passo estruturado para interpretar: PET amiloide; PET-FDG; Biomarcadores no líquor; Biomarcadores plasmáticos; e aplicar os critérios diagnósticos mais recentes: NIA-AA, AT(N).
A verdadeira REVOLUÇÃO no diagnóstico de demências: Passo a passo estruturado para interpretar: PET amiloide; PET-FDG; Biomarcadores no líquor; Biomarcadores plasmáticos; e aplicar os critérios diagnósticos mais recentes: NIA-AA, AT(N).
Diagnóstico Inferencial
Diagnóstico Inferencial
Diagnóstico Inferencial
Baseado principalmente na clínica com:
- Análise dos sintomas,
- E sinais indiretos de neurodegeneração.
O diagnóstico era incerto e com maior falha.
A confirmação da doença no cérebro muitas vezes só era possível após a evolução da doença.
Baseado principalmente na clínica com:
- Análise dos sintomas,
- E sinais indiretos de neurodegeneração.
O diagnóstico era incerto e com maior falha.
A confirmação da doença no cérebro muitas vezes só era possível após a evolução da doença.
Baseado principalmente na clínica com:
- Análise dos sintomas,
- E sinais indiretos de neurodegeneração.
O diagnóstico era incerto e com maior falha.
A confirmação da doença no cérebro muitas vezes só era possível após a evolução da doença.
Diagnóstico Biológico
Diagnóstico Biológico
Diagnóstico Biológico
A avaliação clínica continua sendo fundamental, mas passou a ser integrada a exames biológicos:
- PET amiloide,
- Biomarcadores no líquor,
- Biomarcadores no sangue.
Essa integração permite diagnósticos mais PRECISOS e mais PRECOCES.
A avaliação clínica continua sendo fundamental, mas passou a ser integrada a exames biológicos:
- PET amiloide,
- Biomarcadores no líquor,
- Biomarcadores no sangue.
Essa integração permite diagnósticos mais PRECISOS e mais PRECOCES.
A avaliação clínica continua sendo fundamental, mas passou a ser integrada a exames biológicos:
- PET amiloide,
- Biomarcadores no líquor,
- Biomarcadores no sangue.
Essa integração permite diagnósticos mais PRECISOS e mais PRECOCES.
O que acontece quando você tem um método?
O que acontece quando você tem um método?
O que acontece quando você tem um método?
O que é o Workshop de Atualizações Diagnósticas
na Doença de Alzheimer?
O que é o Workshop de Atualizações Diagnósticas
na Doença de Alzheimer?
O que é o Workshop de Atualizações Diagnósticas
na Doença de Alzheimer?
É um workshop prático e sistematizado para médicos que desejam aumentar sua segurança e se atualizar no diagnóstico da Doença da Alzheimer à luz das evidências mais recentes.
É um workshop prático e sistematizado para médicos que desejam aumentar sua segurança e se atualizar no diagnóstico da Doença da Alzheimer à luz das evidências mais recentes.
É um workshop prático e sistematizado para médicos que desejam aumentar sua segurança e se atualizar no diagnóstico da Doença da Alzheimer à luz das evidências mais recentes.
São 8 blocos estruturados: uma jornada completa do básico ao avançado, sempre com aplicação prática.
São 8 blocos estruturados: uma jornada completa do básico ao avançado, sempre com aplicação prática.
São 8 blocos estruturados: uma jornada completa do básico ao avançado, sempre com aplicação prática.
BLOCO 1 — O Novo Modelo Diagnóstico
Objetivo: compreender por que o diagnóstico em demências mudou e quais são os impactos práticos.
- O que mudou no conceito de Doença de Alzheimer
- Diferença entre diagnóstico sindrômico e diagnóstico biológico
- Por que biomarcadores passaram a ter papel central
- Impacto clínico das atualizações recentes
BLOCO 1 — O Novo Modelo Diagnóstico
Objetivo: compreender por que o diagnóstico em demências mudou e quais são os impactos práticos.
- O que mudou no conceito de Doença de Alzheimer
- Diferença entre diagnóstico sindrômico e diagnóstico biológico
- Por que biomarcadores passaram a ter papel central
- Impacto clínico das atualizações recentes
BLOCO 1 — O Novo Modelo Diagnóstico
Objetivo: compreender por que o diagnóstico em demências mudou e quais são os impactos práticos.
- O que mudou no conceito de Doença de Alzheimer
- Diferença entre diagnóstico sindrômico e diagnóstico biológico
- Por que biomarcadores passaram a ter papel central
- Impacto clínico das atualizações recentes
BLOCO 2 — Biomarcadores e AT(N)
Objetivo: entender como os biomarcadores reorganizaram o diagnóstico da doença de Alzheimer e como aplicar o modelo AT(N).
- O que significa cada eixo (A, T e N)
- Quais exames compõem cada marcador
- Como interpretar combinações reais
- Erros comuns na aplicação do modelo
BLOCO 2 — Biomarcadores e AT(N)
Objetivo: entender como os biomarcadores reorganizaram o diagnóstico da doença de Alzheimer e como aplicar o modelo AT(N).
- O que significa cada eixo (A, T e N)
- Quais exames compõem cada marcador
- Como interpretar combinações reais
- Erros comuns na aplicação do modelo
BLOCO 2 — Biomarcadores e AT(N)
Objetivo: entender como os biomarcadores reorganizaram o diagnóstico da doença de Alzheimer e como aplicar o modelo AT(N).
- O que significa cada eixo (A, T e N)
- Quais exames compõem cada marcador
- Como interpretar combinações reais
- Erros comuns na aplicação do modelo
BLOCO 3 — Biomarcadores no líquor
Objetivo: interpretar corretamente os principais biomarcadores liquóricos e compreender o que realmente mudou com sua incorporação clínica.
- O que mudou com os biomarcadores no líquor
- Aβ, Tau Total e p-Tau
- Padrões típicos e combinações diagnósticas
- Limites e cuidados na interpretação
BLOCO 3 — Biomarcadores no líquor
Objetivo: interpretar corretamente os principais biomarcadores liquóricos e compreender o que realmente mudou com sua incorporação clínica.
- O que mudou com os biomarcadores no líquor
- Aβ, Tau Total e p-Tau
- Padrões típicos e combinações diagnósticas
- Limites e cuidados na interpretação
BLOCO 3 — Biomarcadores no líquor
Objetivo: interpretar corretamente os principais biomarcadores liquóricos e compreender o que realmente mudou com sua incorporação clínica.
- O que mudou com os biomarcadores no líquor
- Aβ, Tau Total e p-Tau
- Padrões típicos e combinações diagnósticas
- Limites e cuidados na interpretação
BLOCO 4 — PET Amiloide na Prática Clínica Real
Objetivo: compreender o que o PET amiloide realmente mostra, quando ele é útil e como integrá-lo ao contexto clínico.
- O que o PET amiloide confirma (e o que não confirma)
- Amiloide positivo em idosos assintomáticos
- Como integrar resultado ao fenótipo
- Riscos da interpretação isolada
BLOCO 4 — PET Amiloide na Prática Clínica Real
Objetivo: compreender o que o PET amiloide realmente mostra, quando ele é útil e como integrá-lo ao contexto clínico.
- O que o PET amiloide confirma (e o que não confirma)
- Amiloide positivo em idosos assintomáticos
- Como integrar resultado ao fenótipo
- Riscos da interpretação isolada
BLOCO 4 — PET Amiloide na Prática Clínica Real
Objetivo: compreender o que o PET amiloide realmente mostra, quando ele é útil e como integrá-lo ao contexto clínico.
- O que o PET amiloide confirma (e o que não confirma)
- Amiloide positivo em idosos assintomáticos
- Como integrar resultado ao fenótipo
- Riscos da interpretação isolada
BLOCO 5 — Biomarcadores Plasmáticos
Objetivo: entender a transição do líquor para o sangue e o papel emergente dos biomarcadores plasmáticos no diagnóstico das demências.
- Do líquor para o sangue
- Quais biomarcadores plasmáticos estão ganhando relevância
- Potenciais aplicações na prática clínica
- Limitações atuais e cuidados na utilização
BLOCO 5 — Biomarcadores Plasmáticos
Objetivo: entender a transição do líquor para o sangue e o papel emergente dos biomarcadores plasmáticos no diagnóstico das demências.
- Do líquor para o sangue
- Quais biomarcadores plasmáticos estão ganhando relevância
- Potenciais aplicações na prática clínica
- Limitações atuais e cuidados na utilização
BLOCO 5 — Biomarcadores Plasmáticos
Objetivo: entender a transição do líquor para o sangue e o papel emergente dos biomarcadores plasmáticos no diagnóstico das demências.
- Do líquor para o sangue
- Quais biomarcadores plasmáticos estão ganhando relevância
- Potenciais aplicações na prática clínica
- Limitações atuais e cuidados na utilização
BLOCO 6 — Critérios Diagnósticos Mais Recentes: NIA-AA, AT(N)
Objetivo: apresentar os critérios diagnósticos mais recentes e mostrar como eles reorganizam a definição atual da doença de Alzheimer.
- O que são os critérios atuais
- NIA-AA e o modelo biológico da doença
- Como os critérios se relacionam com o AT(N)
- Impacto prático na definição diagnóstica
BLOCO 6 — Critérios Diagnósticos Mais Recentes: NIA-AA, AT(N)
Objetivo: apresentar os critérios diagnósticos mais recentes e mostrar como eles reorganizam a definição atual da doença de Alzheimer.
- O que são os critérios atuais
- NIA-AA e o modelo biológico da doença
- Como os critérios se relacionam com o AT(N)
- Impacto prático na definição diagnóstica
BLOCO 6 — Critérios Diagnósticos Mais Recentes: NIA-AA, AT(N)
Objetivo: apresentar os critérios diagnósticos mais recentes e mostrar como eles reorganizam a definição atual da doença de Alzheimer.
- O que são os critérios atuais
- NIA-AA e o modelo biológico da doença
- Como os critérios se relacionam com o AT(N)
- Impacto prático na definição diagnóstica
BLOCO 7 — Diagnóstico Seguro
Objetivo: entender um método estruturado e confiável para integrar clínica, neuroimagem e biomarcadores no raciocínio diagnóstico.
- Método estruturado de integração clínica + neuroimagem + biomarcadores
- Como organizar o raciocínio diagnóstico
- Evitando erros de superinterpretação
- Segurança diagnóstica na prática real
BLOCO 7 — Diagnóstico Seguro
Objetivo: entender um método estruturado e confiável para integrar clínica, neuroimagem e biomarcadores no raciocínio diagnóstico.
- Método estruturado de integração clínica + neuroimagem + biomarcadores
- Como organizar o raciocínio diagnóstico
- Evitando erros de superinterpretação
- Segurança diagnóstica na prática real
BLOCO 7 — Diagnóstico Seguro
Objetivo: entender um método estruturado e confiável para integrar clínica, neuroimagem e biomarcadores no raciocínio diagnóstico.
- Método estruturado de integração clínica + neuroimagem + biomarcadores
- Como organizar o raciocínio diagnóstico
- Evitando erros de superinterpretação
- Segurança diagnóstica na prática real
BLOCO 8 — Casos Clínicos
Objetivo: aplicar os conceitos discutidos ao longo do workshop em situações reais de decisão diagnóstica.
- Clínica + imagem + biomarcadores
- Discussão de casos clínicos aplicados
- Integração prática dos achados
- Tomada de decisão diagnóstica passo a passo
BLOCO 8 — Casos Clínicos
Objetivo: aplicar os conceitos discutidos ao longo do workshop em situações reais de decisão diagnóstica.
- Clínica + imagem + biomarcadores
- Discussão de casos clínicos aplicados
- Integração prática dos achados
- Tomada de decisão diagnóstica passo a passo
BLOCO 8 — Casos Clínicos
Objetivo: aplicar os conceitos discutidos ao longo do workshop em situações reais de decisão diagnóstica.
- Clínica + imagem + biomarcadores
- Discussão de casos clínicos aplicados
- Integração prática dos achados
- Tomada de decisão diagnóstica passo a passo
Para médicos que:
- Buscam um método estruturado de raciocínio diagnóstico;
- Querem diagnosticar com segurança;
- Desejam deixar de depender do laudo;
- Buscam se atualizar com as evidências mais recentes;
- Querem se posicionar com mais autoridade.
Para médicos que:
- Buscam um método estruturado de raciocínio diagnóstico;
- Querem diagnosticar com segurança;
- Desejam deixar de depender do laudo;
- Buscam se atualizar com as evidências mais recentes;
- Querem se posicionar com mais autoridade.
Para médicos que:
- Buscam um método estruturado de raciocínio diagnóstico;
- Querem diagnosticar com segurança;
- Desejam deixar de depender do laudo;
- Buscam se atualizar com as evidências mais recentes;
- Querem se posicionar com mais autoridade.
Não é para quem:
- Está confortável em depender apenas do laudo;
- Não quer evoluir no raciocínio diagnóstico;
- Evita casos mais complexos de demência;
- Aceita se sentir inseguro ao diagnosticar;
- Não está disposto a se atualizar;
- Não busca se diferenciar profissionalmente.
Não é para quem:
- Está confortável em depender apenas do laudo;
- Não quer evoluir no raciocínio diagnóstico;
- Evita casos mais complexos de demência;
- Aceita se sentir inseguro ao diagnosticar;
- Não está disposto a se atualizar;
- Não busca se diferenciar profissionalmente.
Não é para quem:
- Está confortável em depender apenas do laudo;
- Não quer evoluir no raciocínio diagnóstico;
- Evita casos mais complexos de demência;
- Aceita se sentir inseguro ao diagnosticar;
- Não está disposto a se atualizar;
- Não busca se diferenciar profissionalmente.
Junte-se a médicos que já estão transformando sua prática
ao integrar clínica, imagem e biomarcadores.
Junte-se a médicos que já estão transformando sua prática
ao integrar clínica, imagem e biomarcadores.
Junte-se a médicos que já estão transformando sua prática
ao integrar clínica, imagem e biomarcadores.
QUEM É
DR. FÁBIO PORTO?
QUEM É
DR. FÁBIO PORTO?
QUEM É
DR. FÁBIO PORTO?
Médico neurologista formado em Medicina pela Universidade Estadual de Londrina, realizou residência em Neurologia pela Universidade Federal Fluminense e aprofundou sua formação com especialização em Neurologia Cognitiva e do Comportamento pela Universidade de São Paulo.
Em 2014, realizou estágio no Center for Brain/Mind Medicine – Cognitive and Behavioral Neurology Department, Brigham and Women’s Hospital, Harvard University, ampliando sua experiência internacional em neurologia cognitiva.
É Doutor em Neurologia pela Universidade de São Paulo e atua como colaborador voluntário no Instituto de Psiquiatria da USP, integrando o PROTER (Programa Terceira Idade) e o LIM/21 (Laboratório de Neuroimagem em Psiquiatria).
Atualmente, é Presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz) – regional São Paulo, reforçando seu compromisso institucional com o diagnóstico, cuidado e atualização científica na área das demências.
Médico neurologista formado em Medicina pela Universidade Estadual de Londrina, realizou residência em Neurologia pela Universidade Federal Fluminense e aprofundou sua formação com especialização em Neurologia Cognitiva e do Comportamento pela Universidade de São Paulo.
Em 2014, realizou estágio no Center for Brain/Mind Medicine – Cognitive and Behavioral Neurology Department, Brigham and Women’s Hospital, Harvard University, ampliando sua experiência internacional em neurologia cognitiva.
É Doutor em Neurologia pela Universidade de São Paulo e atua como colaborador voluntário no Instituto de Psiquiatria da USP, integrando o PROTER (Programa Terceira Idade) e o LIM/21 (Laboratório de Neuroimagem em Psiquiatria).
Atualmente, é Presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz) – regional São Paulo, reforçando seu compromisso institucional com o diagnóstico, cuidado e atualização científica na área das demências.
Médico neurologista formado em Medicina pela Universidade Estadual de Londrina, realizou residência em Neurologia pela Universidade Federal Fluminense e aprofundou sua formação com especialização em Neurologia Cognitiva e do Comportamento pela Universidade de São Paulo.
Em 2014, realizou estágio no Center for Brain/Mind Medicine – Cognitive and Behavioral Neurology Department, Brigham and Women’s Hospital, Harvard University, ampliando sua experiência internacional em neurologia cognitiva.
É Doutor em Neurologia pela Universidade de São Paulo e atua como colaborador voluntário no Instituto de Psiquiatria da USP, integrando o PROTER (Programa Terceira Idade) e o LIM/21 (Laboratório de Neuroimagem em Psiquiatria).
Atualmente, é Presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz) – regional São Paulo, reforçando seu compromisso institucional com o diagnóstico, cuidado e atualização científica na área das demências.
© 2026 Dr. Fábio Porto - Todos os direitos reservados.
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