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Workshop de Atualizações Diagnósticas em Demências Workshop de Atualizações Diagnósticas em Demências Workshop de Atualizações Diagnósticas em Demências

A verdadeira REVOLUÇÃO no diagnóstico de demências: Passo a passo estruturado para interpretar: PET amiloide; PET-FDG; Biomarcadores no líquor; Biomarcadores plasmáticos; e aplicar os critérios diagnósticos mais recentes: NIA-AA, AT(N).

A verdadeira REVOLUÇÃO no diagnóstico de demências: Passo a passo estruturado para interpretar: PET amiloide; PET-FDG; Biomarcadores no líquor; Biomarcadores plasmáticos; e aplicar os critérios diagnósticos mais recentes: NIA-AA, AT(N).

A verdadeira REVOLUÇÃO no diagnóstico de demências: Passo a passo estruturado para interpretar: PET amiloide; PET-FDG; Biomarcadores no líquor; Biomarcadores plasmáticos; e aplicar os critérios diagnósticos mais recentes: NIA-AA, AT(N).







A forma de diagnosticar demências mudou!

A forma de diagnosticar demências mudou!

A forma de diagnosticar demências mudou!

Como era antes:

Como era antes:

Como era antes:

Diagnóstico Inferencial

Diagnóstico Inferencial

Diagnóstico Inferencial

Baseado principalmente na clínica com:


- Análise dos sintomas,

- E sinais indiretos de neurodegeneração.


O diagnóstico era incerto e com maior falha.


A confirmação da doença no cérebro muitas vezes só era possível após a evolução da doença.

Baseado principalmente na clínica com:


- Análise dos sintomas,

- E sinais indiretos de neurodegeneração.


O diagnóstico era incerto e com maior falha.


A confirmação da doença no cérebro muitas vezes só era possível após a evolução da doença.

Baseado principalmente na clínica com:


- Análise dos sintomas,

- E sinais indiretos de neurodegeneração.


O diagnóstico era incerto e com maior falha.


A confirmação da doença no cérebro muitas vezes só era possível após a evolução da doença.

Como é agora:

Como é agora:

Como é agora:

Diagnóstico Biológico

Diagnóstico Biológico

Diagnóstico Biológico

A avaliação clínica continua sendo fundamental, mas passou a ser integrada a exames biológicos:



- PET amiloide,

- Biomarcadores no líquor,

- Biomarcadores no sangue.


Essa integração permite diagnósticos mais PRECISOS e mais PRECOCES.

A avaliação clínica continua sendo fundamental, mas passou a ser integrada a exames biológicos:



- PET amiloide,

- Biomarcadores no líquor,

- Biomarcadores no sangue.


Essa integração permite diagnósticos mais PRECISOS e mais PRECOCES.

A avaliação clínica continua sendo fundamental, mas passou a ser integrada a exames biológicos:



- PET amiloide,

- Biomarcadores no líquor,

- Biomarcadores no sangue.


Essa integração permite diagnósticos mais PRECISOS e mais PRECOCES.

O que acontece quando você tem um método?

O que acontece quando você tem um método?

O que acontece quando você tem um método?

- Interpreta PET-FDG com segurança

- Usa PET amiloide com critério

- Analisa líquor com clareza

- Aplica AT(N) sem confusão

- Explica o diagnóstico com convicção



- Interpreta PET-FDG com segurança

- Usa PET amiloide com critério

- Analisa líquor com clareza

- Aplica AT(N) sem confusão

- Explica o diagnóstico com convicção



- Interpreta PET-FDG com segurança

- Usa PET amiloide com critério

- Analisa líquor com clareza

- Aplica AT(N) sem confusão

- Explica o diagnóstico com convicção



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O que é o Workshop de Atualizações Diagnósticas

na Doença de Alzheimer?

O que é o Workshop de Atualizações Diagnósticas

na Doença de Alzheimer?

O que é o Workshop de Atualizações Diagnósticas

na Doença de Alzheimer?

É um workshop prático e sistematizado para médicos que desejam aumentar sua segurança e se atualizar no diagnóstico da Doença da Alzheimer à luz das evidências mais recentes.

É um workshop prático e sistematizado para médicos que desejam aumentar sua segurança e se atualizar no diagnóstico da Doença da Alzheimer à luz das evidências mais recentes.

É um workshop prático e sistematizado para médicos que desejam aumentar sua segurança e se atualizar no diagnóstico da Doença da Alzheimer à luz das evidências mais recentes.







O que você vai aprender no Workshop?

O que você vai aprender no Workshop?

O que você vai aprender no Workshop?


São 8 blocos estruturados: uma jornada completa do básico ao avançado, sempre com aplicação prática.




São 8 blocos estruturados: uma jornada completa do básico ao avançado, sempre com aplicação prática.




São 8 blocos estruturados: uma jornada completa do básico ao avançado, sempre com aplicação prática.



BLOCO 1 — O Novo Modelo Diagnóstico

Objetivo: compreender por que o diagnóstico em demências mudou e quais são os impactos práticos.

- O que mudou no conceito de Doença de Alzheimer

- Diferença entre diagnóstico sindrômico e diagnóstico biológico

- Por que biomarcadores passaram a ter papel central

- Impacto clínico das atualizações recentes

BLOCO 1 — O Novo Modelo Diagnóstico

Objetivo: compreender por que o diagnóstico em demências mudou e quais são os impactos práticos.

- O que mudou no conceito de Doença de Alzheimer

- Diferença entre diagnóstico sindrômico e diagnóstico biológico

- Por que biomarcadores passaram a ter papel central

- Impacto clínico das atualizações recentes

BLOCO 1 — O Novo Modelo Diagnóstico

Objetivo: compreender por que o diagnóstico em demências mudou e quais são os impactos práticos.

- O que mudou no conceito de Doença de Alzheimer

- Diferença entre diagnóstico sindrômico e diagnóstico biológico

- Por que biomarcadores passaram a ter papel central

- Impacto clínico das atualizações recentes

BLOCO 2 — Biomarcadores e AT(N)

Objetivo: entender como os biomarcadores reorganizaram o diagnóstico da doença de Alzheimer e como aplicar o modelo AT(N).

- O que significa cada eixo (A, T e N)

- Quais exames compõem cada marcador

- Como interpretar combinações reais

- Erros comuns na aplicação do modelo

BLOCO 2 — Biomarcadores e AT(N)

Objetivo: entender como os biomarcadores reorganizaram o diagnóstico da doença de Alzheimer e como aplicar o modelo AT(N).

- O que significa cada eixo (A, T e N)

- Quais exames compõem cada marcador

- Como interpretar combinações reais

- Erros comuns na aplicação do modelo

BLOCO 2 — Biomarcadores e AT(N)

Objetivo: entender como os biomarcadores reorganizaram o diagnóstico da doença de Alzheimer e como aplicar o modelo AT(N).

- O que significa cada eixo (A, T e N)

- Quais exames compõem cada marcador

- Como interpretar combinações reais

- Erros comuns na aplicação do modelo

BLOCO 3 — Biomarcadores no líquor

Objetivo: interpretar corretamente os principais biomarcadores liquóricos e compreender o que realmente mudou com sua incorporação clínica.

- O que mudou com os biomarcadores no líquor

- , Tau Total e p-Tau

- Padrões típicos e combinações diagnósticas

- Limites e cuidados na interpretação

BLOCO 3 — Biomarcadores no líquor

Objetivo: interpretar corretamente os principais biomarcadores liquóricos e compreender o que realmente mudou com sua incorporação clínica.

- O que mudou com os biomarcadores no líquor

- , Tau Total e p-Tau

- Padrões típicos e combinações diagnósticas

- Limites e cuidados na interpretação

BLOCO 3 — Biomarcadores no líquor

Objetivo: interpretar corretamente os principais biomarcadores liquóricos e compreender o que realmente mudou com sua incorporação clínica.

- O que mudou com os biomarcadores no líquor

- , Tau Total e p-Tau

- Padrões típicos e combinações diagnósticas

- Limites e cuidados na interpretação

BLOCO 4 — PET Amiloide na Prática Clínica Real

Objetivo: compreender o que o PET amiloide realmente mostra, quando ele é útil e como integrá-lo ao contexto clínico.

- O que o PET amiloide confirma (e o que não confirma)

- Amiloide positivo em idosos assintomáticos

- Como integrar resultado ao fenótipo

- Riscos da interpretação isolada

BLOCO 4 — PET Amiloide na Prática Clínica Real

Objetivo: compreender o que o PET amiloide realmente mostra, quando ele é útil e como integrá-lo ao contexto clínico.

- O que o PET amiloide confirma (e o que não confirma)

- Amiloide positivo em idosos assintomáticos

- Como integrar resultado ao fenótipo

- Riscos da interpretação isolada

BLOCO 4 — PET Amiloide na Prática Clínica Real

Objetivo: compreender o que o PET amiloide realmente mostra, quando ele é útil e como integrá-lo ao contexto clínico.

- O que o PET amiloide confirma (e o que não confirma)

- Amiloide positivo em idosos assintomáticos

- Como integrar resultado ao fenótipo

- Riscos da interpretação isolada

BLOCO 5 — Biomarcadores Plasmáticos

Objetivo: entender a transição do líquor para o sangue e o papel emergente dos biomarcadores plasmáticos no diagnóstico das demências.

- Do líquor para o sangue

- Quais biomarcadores plasmáticos estão ganhando relevância

- Potenciais aplicações na prática clínica

- Limitações atuais e cuidados na utilização

BLOCO 5 — Biomarcadores Plasmáticos

Objetivo: entender a transição do líquor para o sangue e o papel emergente dos biomarcadores plasmáticos no diagnóstico das demências.

- Do líquor para o sangue

- Quais biomarcadores plasmáticos estão ganhando relevância

- Potenciais aplicações na prática clínica

- Limitações atuais e cuidados na utilização

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Objetivo: entender a transição do líquor para o sangue e o papel emergente dos biomarcadores plasmáticos no diagnóstico das demências.

- Do líquor para o sangue

- Quais biomarcadores plasmáticos estão ganhando relevância

- Potenciais aplicações na prática clínica

- Limitações atuais e cuidados na utilização

BLOCO 6 — Critérios Diagnósticos Mais Recentes: NIA-AA, AT(N)

Objetivo: apresentar os critérios diagnósticos mais recentes e mostrar como eles reorganizam a definição atual da doença de Alzheimer.

- O que são os critérios atuais

- NIA-AA e o modelo biológico da doença

- Como os critérios se relacionam com o AT(N)

- Impacto prático na definição diagnóstica

BLOCO 6 — Critérios Diagnósticos Mais Recentes: NIA-AA, AT(N)

Objetivo: apresentar os critérios diagnósticos mais recentes e mostrar como eles reorganizam a definição atual da doença de Alzheimer.

- O que são os critérios atuais

- NIA-AA e o modelo biológico da doença

- Como os critérios se relacionam com o AT(N)

- Impacto prático na definição diagnóstica

BLOCO 6 — Critérios Diagnósticos Mais Recentes: NIA-AA, AT(N)

Objetivo: apresentar os critérios diagnósticos mais recentes e mostrar como eles reorganizam a definição atual da doença de Alzheimer.

- O que são os critérios atuais

- NIA-AA e o modelo biológico da doença

- Como os critérios se relacionam com o AT(N)

- Impacto prático na definição diagnóstica

BLOCO 7 — Diagnóstico Seguro

Objetivo: entender um método estruturado e confiável para integrar clínica, neuroimagem e biomarcadores no raciocínio diagnóstico.

- Método estruturado de integração clínica + neuroimagem + biomarcadores

- Como organizar o raciocínio diagnóstico

- Evitando erros de superinterpretação

- Segurança diagnóstica na prática real

BLOCO 7 — Diagnóstico Seguro

Objetivo: entender um método estruturado e confiável para integrar clínica, neuroimagem e biomarcadores no raciocínio diagnóstico.

- Método estruturado de integração clínica + neuroimagem + biomarcadores

- Como organizar o raciocínio diagnóstico

- Evitando erros de superinterpretação

- Segurança diagnóstica na prática real

BLOCO 7 — Diagnóstico Seguro

Objetivo: entender um método estruturado e confiável para integrar clínica, neuroimagem e biomarcadores no raciocínio diagnóstico.

- Método estruturado de integração clínica + neuroimagem + biomarcadores

- Como organizar o raciocínio diagnóstico

- Evitando erros de superinterpretação

- Segurança diagnóstica na prática real

BLOCO 8 — Casos Clínicos

Objetivo: aplicar os conceitos discutidos ao longo do workshop em situações reais de decisão diagnóstica.

- Clínica + imagem + biomarcadores

- Discussão de casos clínicos aplicados

- Integração prática dos achados

- Tomada de decisão diagnóstica passo a passo

BLOCO 8 — Casos Clínicos

Objetivo: aplicar os conceitos discutidos ao longo do workshop em situações reais de decisão diagnóstica.

- Clínica + imagem + biomarcadores

- Discussão de casos clínicos aplicados

- Integração prática dos achados

- Tomada de decisão diagnóstica passo a passo

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Objetivo: aplicar os conceitos discutidos ao longo do workshop em situações reais de decisão diagnóstica.

- Clínica + imagem + biomarcadores

- Discussão de casos clínicos aplicados

- Integração prática dos achados

- Tomada de decisão diagnóstica passo a passo

Digite um texto para o parágrafo... Digite um texto para o parágrafo... Digite um texto para o parágrafo...

Para quem é este Workshop?

Para quem é este Workshop?

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Para médicos que:

- Buscam um método estruturado de raciocínio diagnóstico;

- Querem diagnosticar com segurança;

- Desejam deixar de depender do laudo;

- Buscam se atualizar com as evidências mais recentes;

- Querem se posicionar com mais autoridade.

Para médicos que:

- Buscam um método estruturado de raciocínio diagnóstico;

- Querem diagnosticar com segurança;

- Desejam deixar de depender do laudo;

- Buscam se atualizar com as evidências mais recentes;

- Querem se posicionar com mais autoridade.

Para médicos que:

- Buscam um método estruturado de raciocínio diagnóstico;

- Querem diagnosticar com segurança;

- Desejam deixar de depender do laudo;

- Buscam se atualizar com as evidências mais recentes;

- Querem se posicionar com mais autoridade.

Não é para quem:

- Está confortável em depender apenas do laudo;

- Não quer evoluir no raciocínio diagnóstico;

- Evita casos mais complexos de demência;

- Aceita se sentir inseguro ao diagnosticar;

- Não está disposto a se atualizar;

- Não busca se diferenciar profissionalmente.

Não é para quem:

- Está confortável em depender apenas do laudo;

- Não quer evoluir no raciocínio diagnóstico;

- Evita casos mais complexos de demência;

- Aceita se sentir inseguro ao diagnosticar;

- Não está disposto a se atualizar;

- Não busca se diferenciar profissionalmente.

Não é para quem:

- Está confortável em depender apenas do laudo;

- Não quer evoluir no raciocínio diagnóstico;

- Evita casos mais complexos de demência;

- Aceita se sentir inseguro ao diagnosticar;

- Não está disposto a se atualizar;

- Não busca se diferenciar profissionalmente.

Você está pronto para ter um método estruturado, para fazer diagnósticos de demência com SEGURANÇA?

Você está pronto para ter um método estruturado, para fazer diagnósticos de demência com SEGURANÇA?

Você está pronto para ter um método estruturado, para fazer diagnósticos de demência com SEGURANÇA?

Junte-se a médicos que já estão transformando sua prática

ao integrar clínica, imagem e biomarcadores.



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ao integrar clínica, imagem e biomarcadores.



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Sábado | 20/06 das 10h às 17h20

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QUEM É

DR. FÁBIO PORTO?




QUEM É

DR. FÁBIO PORTO?




QUEM É

DR. FÁBIO PORTO?



Médico neurologista formado em Medicina pela Universidade Estadual de Londrina, realizou residência em Neurologia pela Universidade Federal Fluminense e aprofundou sua formação com especialização em Neurologia Cognitiva e do Comportamento pela Universidade de São Paulo.


Em 2014, realizou estágio no Center for Brain/Mind Medicine – Cognitive and Behavioral Neurology Department, Brigham and Women’s Hospital, Harvard University, ampliando sua experiência internacional em neurologia cognitiva.


É Doutor em Neurologia pela Universidade de São Paulo e atua como colaborador voluntário no Instituto de Psiquiatria da USP, integrando o PROTER (Programa Terceira Idade) e o LIM/21 (Laboratório de Neuroimagem em Psiquiatria).


Atualmente, é Presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz) – regional São Paulo, reforçando seu compromisso institucional com o diagnóstico, cuidado e atualização científica na área das demências.

Médico neurologista formado em Medicina pela Universidade Estadual de Londrina, realizou residência em Neurologia pela Universidade Federal Fluminense e aprofundou sua formação com especialização em Neurologia Cognitiva e do Comportamento pela Universidade de São Paulo.


Em 2014, realizou estágio no Center for Brain/Mind Medicine – Cognitive and Behavioral Neurology Department, Brigham and Women’s Hospital, Harvard University, ampliando sua experiência internacional em neurologia cognitiva.


É Doutor em Neurologia pela Universidade de São Paulo e atua como colaborador voluntário no Instituto de Psiquiatria da USP, integrando o PROTER (Programa Terceira Idade) e o LIM/21 (Laboratório de Neuroimagem em Psiquiatria).


Atualmente, é Presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz) – regional São Paulo, reforçando seu compromisso institucional com o diagnóstico, cuidado e atualização científica na área das demências.

Médico neurologista formado em Medicina pela Universidade Estadual de Londrina, realizou residência em Neurologia pela Universidade Federal Fluminense e aprofundou sua formação com especialização em Neurologia Cognitiva e do Comportamento pela Universidade de São Paulo.


Em 2014, realizou estágio no Center for Brain/Mind Medicine – Cognitive and Behavioral Neurology Department, Brigham and Women’s Hospital, Harvard University, ampliando sua experiência internacional em neurologia cognitiva.


É Doutor em Neurologia pela Universidade de São Paulo e atua como colaborador voluntário no Instituto de Psiquiatria da USP, integrando o PROTER (Programa Terceira Idade) e o LIM/21 (Laboratório de Neuroimagem em Psiquiatria).


Atualmente, é Presidente da Associação Brasileira de Alzheimer (ABRAz) – regional São Paulo, reforçando seu compromisso institucional com o diagnóstico, cuidado e atualização científica na área das demências.

© 2026 Dr. Fábio Porto - Todos os direitos reservados.

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